Recepção
O motor dá entrada com cliente, veículo e o que veio junto registrados na OS, antes de qualquer coisa ser aberta.
Retífica não é oficina. O serviço passa por medição, usinagem e laudo antes de virar faturamento, e cada peça tem tolerância própria. O Caelio Retífica organiza esse caminho inteiro em um quadro, sem que a peça, o orçamento e o aceite fiquem espalhados entre o caderno e o WhatsApp.
As colunas do quadro são as do fluxo real da retífica, as mesmas que a sua equipe vai ver no sistema, e as mesmas da demonstração. Cada OS carrega a peça, o cliente, o prazo e quem está com ela.
O motor dá entrada com cliente, veículo e o que veio junto registrados na OS, antes de qualquer coisa ser aberta.
A peça vai para o lavador antes da avaliação técnica. Não se mede nem se orça o que ainda está sujo de óleo.
O mecânico mede, avalia e monta o orçamento. Serviços e peças entram na OS aqui, e o quadro não deixa avançar sem o aceite do cliente.
Orçamento aprovado, serviço liberado. Se estiver esperando peça, a OS fica marcada como parada com o motivo, e é esse número que cobra o fornecedor.
A peça está em produção: usinagem, retífica e os serviços técnicos de cada setor. O andamento fica visível para quem atende o telefone.
Serviços concluídos, peça de volta ao lavador antes de ser montada, não se monta motor com cavaco da usinagem dentro.
Motor montado para os testes de funcionamento e o controle de qualidade. É aqui que aparece o que se soltou na bancada.
Montagem final no veículo, ou preparação para a entrega ao cliente.
Serviço terminado e conferido. A peça espera a oficina que a mandou, e o histórico da OS fica guardado para quando o mesmo motor voltar.
A peça não sai só pronta: sai com um documento. O que veio junto com ela, o que foi feito, quem fez, quando, com que peças e sob qual garantia, impresso e entregue com o motor. É o que responde à conversa de seis meses depois, quando a peça volta e ninguém lembra o que foi combinado.
Cárter, bomba d'água, polia, volante, coletores, velas, bicos: um toque marca o item e ele entra na ordem como peça do cliente, com quantidade. Se some algo na bancada, a lista é de quando a peça chegou.
Cada serviço guarda o setor em que foi feito: eixo, bloco, biela, cabeçote, lavador, teste ou montagem. Guarda também a hora em que foi concluído e o nome de quem concluiu. Quem sai do cadastro não leva o registro embora.
Cada peça aplicada fica na ordem com quantidade e valor, separada entre a que veio do cliente e a que saiu do seu estoque, e a baixa acontece pela própria OS, com o número dela no extrato.
O orçamento vai por um link do WhatsApp e a aprovação volta registrada na ordem, com nome, data e hora. Enquanto ela não chega, o quadro não deixa a peça avançar para a bancada.
A peça como ela chegou, a trinca que ninguém tinha visto, a montagem pronta: fotografadas pelo celular e anexadas à ordem, reduzidas no envio para não entupir a internet da oficina.
A ordem carrega os meses de garantia, e o documento mostra até quando ela vale, contados do fechamento do serviço, não da memória de quem atendeu.
Uma passagem por vez, e isso é de propósito. O passaporte cobre a estadia da peça na sua retífica, do portão à entrega. Ver num só lugar tudo o que aquele bloco já sofreu em passagens anteriores é o próximo passo, e ainda não está pronto, preferimos dizer isto a prometer a tela antes dela existir.
Os reparos e as observações técnicas ficam na própria ordem, com as fotos, e saem no documento da entrega. E a etiqueta Laudo pendente fica no cartão, à vista de todo mundo, até ele sair.
Sobremedidas, kits e componentes vinculados à OS, com o que foi usado e o que ainda falta chegar.
O cliente recebe o orçamento e aprova; a resposta fica registrada na ordem, com data e hora.
Cada OS mostra a entrega prometida e destaca o que atrasou, antes do cliente ligar cobrando.
Do fechamento da OS à emissão, sem redigitar cliente, serviço e valor em outro sistema.
O que foi feito nesta passagem pela bancada, quando e por quem, com as peças, as fotos e a garantia, num documento para imprimir e entregar junto com a peça. Veja o Passaporte do Motor.
Não é questão de ter mais campos. É que na retífica quem entrega a peça não é quem vai dirigir o carro, quatro bancadas mexem no mesmo motor ao mesmo tempo, e a peça fica esperando alguém voltar para buscar.
| O quê | No Caelio Retífica | Num sistema desenhado para oficina |
|---|---|---|
| Quem entrega a peça | O cadastro nasce como empresa, e o campo se chama Oficina: quem manda o motor é outra oficina, com CNPJ. | O cliente é o dono do veículo, pessoa física, e ele sai dirigindo. |
| O caminho até a entrega | Nove colunas, com a lavagem antes da avaliação técnica e de novo antes da montagem, mais retífica, teste e montagem. | Recebe, diagnostica, executa, entrega: uma coluna só para tudo o que acontece na bancada. |
| Quatro bancadas ao mesmo tempo | Eixo, bloco, biela e cabeçote trabalham em paralelo, e o prazo soma o que é fila sem somar o que é simultâneo. | O veículo está com um mecânico por vez, então somar os serviços dá o prazo, na retífica isso triplicaria a promessa. |
| O que veio junto com a peça | Treze itens de um toque, cárter, volante, coletores, entram na ordem como peça do cliente, para devolver depois. | Peça é o que a oficina vende e dá baixa. O que o cliente trouxe não tem onde ficar. |
| Quem fez cada serviço | Cada serviço guarda o setor em que foi feito, a hora em que foi concluído e o nome de quem concluiu. | A OS tem um responsável, e ele responde pelo veículo inteiro. |
Fale com a consultoria e receba uma demonstração montada sobre o fluxo da sua retífica, não sobre um exemplo genérico.